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Santa Casa de Rondonópolis: Entenda a dimensão por trás de um dos hospitais mais importantes da região

Data: 16/10/2019 - Fonte: Gabriela Zangari Assessoria Acir e Santa Casa de Rondonópolis
Santa Casa de Rondonópolis: Entenda a dimensão por trás de um dos hospitais mais importantes da região

Foto: Jornal A Tribuna

O que aconteceria com a população se um hospital especializado em alta complexidade fechasse suas portas?  Primeiro é preciso entender o que é um Hospital de Alta Complexidade. Um Hospital desse modelo está preparado para realizar procedimentos de alta complexidade que são todas as cirurgias que exigem tratamentos específicos, corpo clínico e equipes de apoio com alto grau de especialização e que tem uma equipe preparada para lidar com situações de risco. Então, assim sendo, a Santa Casa de Rondonópolis é um hospital especializado em casos de alta complexidade que atende 19 municípios da região sul e sudeste do Mato Grosso, cerca de 530 mil pessoas

A Santa Casa é o hospital com o maior número de leitos de UTI do Mato Grosso. Só no primeiro semestre de 2019, foram feitas mais de 5.750 cirurgias, sendo 59% feitas pelo SUS. De julho a setembro deste ano, foram feitas mais de 60 cirurgias oncológicas, procedimento que consistem na remoção de tumores. E todas foram pelo SUS.

Fundada no ano de 1971 pelo Rotary Club de Rondonópolis, a Santa Casa de Misericórdia e Maternidade possui hoje 6 andares em pleno funcionamento e atende a região com diversas especialidades. Com aproximadamente 1.000 colaboradores trabalhando em prol da saúde do município e região, a Santa Casa possui um centro cirúrgico considerado um dos maiores do estado, duas unidades de terapia intensiva adulto, duas unidades de terapia intensiva infantil (neonatal e pediátrica), centro de imagens e demais serviços de apoio.

Apenas no primeiro semestre de 2019 foram feitas 7.449 internações, onde 61% feitas pelo SUS. Por mês são realizadas em média 700 cirurgias de pequeno, médio e grande porte das mais variadas especialidades: cirurgia cardíaca, cirurgia cardiovascular, cirurgia geral, cirurgia plástica, cirurgia vascular, cirurgia oncológica, cirurgia pediátrica, cirurgia bucomaxilo, neurocirurgia, cabeça e pescoço, dermatologia, ginecologia, mastologia, obstetrícia, oftalmologia, ortopedia, otorrinolaringologia e urologia. Parte dos equipamentos e outros materiais utilizados neste setor, foram adquiridos por meio de doações de órgãos estaduais, pessoas físicas e jurídicas. O serviço funciona 24h por dia e atende por meio de convênios, particulares e SUS.

De acordo com avaliação da Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz, a Santa Casa está entre as melhores maternidades do Brasil. Com atendimento 24 horas voltado para gestantes, o hospital detém de uma equipe de médicos e enfermeiros obstetras durante todo o período preparados para atendimentos tanto para o SUS, quanto para convênios particulares. Além da Casa da Gestante, inaugurada no começo do mês para dar apoio às mulheres que precisam de acompanhamento médico antes do parto. Todos os meses, nascem em torno de 400 crianças na Santa Casa.

Só no mês de julho, foram feitos 320 procedimentos em quimioterapia e 508 consultas oncológicas, e mais de 300 cirurgias cardíacas desde 2017. 80% dos serviços do hospital filantrópico são destinados ao SUS, sistema público de saúde no Brasil.

Para Ernando Cabral, presidente da Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Rondonópolis – Acir, são inúmeros os dados e uma só questão, um hospital com essa capacidade não pode fechar suas portas. ”A saúde não deveria implorar à sociedade, ao setor público ou até mesmo a política por recursos, pois é um dever do Estado. A população não deveria ter essa preocupação, essa incerteza com a saúde. Assim como a sociedade organizada e os empresários também não deveriam estar preocupados em buscar recursos para sanar um hospital que realiza procedimentos de tamanha importância para a sociedade e salva vidas diariamente”, diz Ernando Cabral.

A Associação Comercial de Rondonópolis – Acir, e mais de 28 Entidades da sociedade organizada estão unidas desenvolvendo planos para a recuperação da Santa Casa. Além da mobilização e das ações no entorno da reestruturação do hospital, o projeto de recuperação propõe a formação de uma Estrutura de Controle e Gestão mais transparente e moderna, além de propor uma reforma no atual Estatuto do hospital filantrópico.

É dever de todos lutar pela Santa Casa e reconhecer a gravidade da paralisação dos seus serviços.

Mas porque então a Santa casa não deve fechar? Porque ela  é o um dos hospitais mais importantes especializados em  Alta Complexidade da Região, e todos um dia mais cedo ou mais tarde, pelos SUS, planos de Saúde ou particular, poderão precisar para si ou para algum familiar.

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