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Procon estadual faz recomendações aos empresários

Data: 30/11/-0001 - Fonte: Claudia Bouviê
Procon estadual faz recomendações aos empresários

Uma palestra com a supervisora geral do Procon municipal, equipe de fiscais e mais os representantes de Cuiabá, marcou a noite de quinta-feira, 07, no Auditório da ACIR.

A promoção do Centro de Desenvolvimento Empresarial – CDE/ACIR, lotou o auditório da Associação e os participantes receberam esclarecimentos e recomendações importantes para o manter as relações comerciais e de prestação de serviços ao cliente/consumidor.

O presidente da ACIR, Juarez Orsolin, abriu os trabalhos agradecendo a participação da classe empresarial e a disponibilidade do departamento de fiscalização do Procon estadual. “Precisamos estar atentos às leis que regem os direitos do consumidor, ficar cada vez mais longe de possibilidades de erros por falta de atenção às normas legais. Por isso a importância dessa visita do Procon estadual, já que estamos na época em que o aquecimento nas vendas é natural”.

O palestrante Rogério Sena da Silva, fiscal de defesa do consumidor de Mato Grosso, ressaltou apontamentos básicos e que costumam gerar problemas aos empresários.

“O que mais percebemos hoje, em termos de reclamações junto ao órgão de proteção aos direitos de consumidores, são falhas simples que acabam gerando transtornos aos empresários. Por isso recomendamos que sejam respeitadas as leis que regem as relações de consumo, evitem os conflitos nas negociações e, em caso de dúvidas, busquem o acordo, que sempre é mais econômico e mais eficiente para corrigir desequilíbrios dessas relações entre empresa e consumidor”, explicou Rogério Sena.

ALERTA

O fiscal recomendou ainda que seja cumprida à risca a Lei nº 8.078/90, que rege os direitos do consumidor e os deveres do empresário. “Um exemplo prático de evitar problemas é expor junto à mercadoria todas as advertências. Informação correta e honesta sobre o produto ou serviço disponibilizado é o melhor caminho para evitar futuros problemas. O consumidor precisa ser comunicado oficialmente sobre as restrições ao uso de qualquer produto”, alertou o fiscal do Procon. 

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