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A marca de uma empresa é o seu principal bem. E seu valor é principalmente definido pela forma como é vista e percebida em seu mercado de atuação, pelos clientes, pelos concorrentes, pela sociedade em geral.

Uma marca forte, sólida e bem lembrada é mais competitiva e certamente se destaca entre as demais. Cria gerações de fãs incondicionais, que chegam ao ponto de defendê-la e até brigar por ela.


Mas o que faz um consumidor enfrentar filas gigantescas para comprar um lançamento de determinada marca? O que motiva um cliente apaixonado a criar um blog sobre sua marca favorita? O que faz uma marca ser mais valiosa que outra?


Na verdade, não existe mágica. É muito mais uma receita para o sucesso, que é incrementada com novos ingredientes todos os dias, acompanhando cada mudança do mercado, cada nova tendência, novos nichos, novas formas de pensar.


Mas cada novo ingrediente deve ser testado, avaliado. É preciso saber a procedência de cada ingrediente, se todos estão fresquinhos, são de qualidade e estão, de fato, contribuindo com o bom resultado. É preciso cuidado e atenção constante para que a receita não desande.


A imagem que estou vendendo da minha empresa condiz com o resultado que estou entregando de fato? Minha equipe sabe do que está falando e está preparada para representar minha marca? Meu produto contém os valores que quero representar com o meu posicionamento? E são estes os valores que realmente importam para o público que quero atrair?


Para criar uma marca consistente e que mereça o respeito e credibilidade do consumidor é preciso: visão e investimento.


Visão no sentido de ter noção de todo o negócio, do mercado e dos principais influenciadores. Visão para estar sempre abastecido com informações sobre cada etapa, cada setor, cada departamento e resultados, e assim poder tomar decisões mais rápidas e certeiras.


E investimento. Investir em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, novos serviços, novas tecnologias que possam atender até mesmo as necessidades que o seu consumidor ainda nem sabe que possui. Investimento em treinamento, para que seu time esteja pronto para vender e entregar o que diferencia sua empresa das demais. Investimento em estrutura para receber bem estes clientes que vão procurar sua marca. E investimento na imagem da sua empresa, no fortalecimento da sua marca junto a esse mercado, na divulgação do seu nome, para que o cliente possa conhecer, testar e se apaixonar por ela. Para sempre.










fonte: Samira Salomão

Dezembro chegou. 2013 praticamente acabou. Novo ano chegando em breve e gestores finalizam seus planejamentos e planos de ação para 2014. Muitas empresas já estão com o plano todo desenhado, bonito, compartilhado com a equipe e colado no mural, prontinho para ser colocado em prática.


Outras correm contra o tempo para definir suas estratégias, que ações irão realizar, que brindes enviarão a seus clientes, como será a comunicação, qual posicionamento adotarão, que novos fornecedores serão contratados, que tamanho de equipe será necessário, quanto será investido em mídia, quantas visitas serão necessárias, quais serão as metas de cada um...são tantas perguntas que fervem na cabeça dos gestores nesta hora de redirecionamento.


Neste momento, há uma reflexão essencial que deve ser feita: e o ano que termina, foi como o planejado? As ações, metas, estratégias foram realizadas, concluídas, foram de fato, executadas, colocadas em prática? Ou ficaram apenas no mural?


Analisar o ano que passou, as metas que não foram atingidas, as ações que não foram realizadas e o pior, os objetivos que não foram alcançados é tão importante quanto o planejamento do próximo ano. Antes mesmo de começar a projetar o futuro da empresa, é fundamental avaliar o ano que passou e o que ficou para trás, para descobrir quais foram as falhas e o que precisa ser corrigido para o próximo ano ser diferente, ser melhor.


Stephen Covey diz que “uma coisa é criar grandes estratégias e metas, outra coisa é alcança-las de fato. A incapacidade de transformar metas em resultados chama-se falha de execução”.


A execução é a parte mais crítica de um projeto, planejamento ou plano de ação. É na execução, onde o fator humano é o principal recurso, que o planejado sai de fato do papel e é este momento que vai definir se sua empresa será vitoriosa ou não, atingirá os resultados ou não.


Foco, disciplina, distribuição de responsabilidades, ferramentas adequadas e feedback constante são fundamentais para que as ações sejam bem executadas.


Sabendo o que se quer atingir e quais são os resultados esperados pelo seu trabalho, a equipe trabalha focada, coesa, com uma direção. Cada um sabendo a importância do seu papel e concentrando as energias nas atividades que realmente fazem a diferença, utilizando medidas de direção, ferramentas para acompanhar o desempenho e retorno constante de seus líderes sobre o trabalho realizado, dificilmente uma empresa vai pecar na execução de seus projetos.


Agora, a hora é de planejar. Mas no dia 02 de janeiro, o plano deve ser retirado do papel e colocado em prática. É preciso disciplina. É preciso agir!