fonte: Veridiana Manchini

Ao planejar o indivíduo possui duas grandes oportunidades, que é olhar de fora para dentro e também de dentro para fora a fim de se observar, o que não é nada fácil.


Esse exercício ocorre com efetividade quando a pessoa é realmente sincera consigo mesma e cria um momento especial para praticá-lo, reservando um tempo da sua rotina para fazer sua autoanálise e corrigir os passos quando necessário.


Isto geralmente é feito nos dias próximos a data de aniversário ou na virada do ano, quando paramos para refletir sobre o que foi e o que será, o que também pode funcionar desde que aconteça de forma organizada.


A grande diferença está em estruturar e registrar a reflexão considerando as três áreas da sua vida, além de pensar considerando sempre uma linha de tempo, sobre estas áreas:


Pessoal – saúde e esporte, família e afetividade, cultura e lazer, sociedade e comunidade, emoções, mente e espírito;


Profissional – carreira e vocação;


Financeira – bens e posses;


Algumas ferramentas utilizadas nas empresas podem ser adaptadas e aplicadas no planejamento pessoal, como:


1º.  Matriz Swot para autoconhecimento e visualização do seu posicionamento na vida. Você deverá considerar cada área para se perguntar quais:

  • Pontos fortes – vantagens, qualidades, valores e imagem que você passa e é percebida;
  • Pontos fracos – áreas de conflito, conhecimento e habilidades;
  • Oportunidades – verificar se as forças estão bem aproveitadas, se as fraquezas estão evitadas e quais os impactos de uma ou outra na sua rotina e felicidade;
  • Ameaças – agilidade nas atualizações tecnológicas, vinculação dos fatores externos com seus pontos fracos;

 

2º.  Planos de ação 5W2H:

O que, Como, Onde, Quando, Por que, Quem, Quanto.


Incluir nesta estrutura as ações a serem realizadas em relação à Matriz Swot, com foco em melhorar nos aspectos fracos, se manter nos fortes, aproveitar as oportunidades percebidas e se proteger das ameaças.


Nesta ferramenta dois fatores são demasiadamente relevantes: tempo e custo que viabilizarão ou não a sua evolução.


Outra ferramenta interessante e aplicável para o planejamento pessoal pode ser construída seguindo um modelo padronizado, onde questões a seguir devem ser respondidas. Este possibilita ver tudo com mais clareza, o que faz ou não sentido para sua vida, o que precisa ser mudado ou melhorado.

 

3º.  CANVAS - Quem ajuda você? O que você faz? Como você os ajuda? Como vocês interagem? Quem você ajuda? Quem é você? O que você tem? Como conhecem e chegam até você? O que e como você entrega? O que você dá? O que você ganha?


O desdobramento do CANVAS pode se dar também com o uso do 5W2H, o que facilitará ainda mais traçar as ações num nível micro, temporalizando e organizando as ideias e necessidades.


Enfim, três formas de fazer foram explicitadas, porém a importância de planejar ainda pode ser reforçada com algumas provocações.


Imagino que você, leitor, já viveu ou presenciou na família, num grupo de amigos, no trabalho, situações de mudanças que tiram o chão, fazem as pessoas saírem de uma zona de conforto e se desestruturam em algum momento da vida. Por exemplo, um problema de saúde, um período sem trabalho, sem renda, uma mudança repentina na legislação, uma política interna na empresa, uma separação, um rompimento, uma aposentadoria, entre outros.


Esse tipo de acontecimento faz com que o indivíduo, num momento de estresse, se perca nos seus objetivos saindo da rota e sendo forçado a se reinventar para retomar o caminho.


É aqui o ponto que gostaria de provocar para que enxergarmos a vantagem de planejar, pois quem não sabe o que quer para si, terá que se esforçar extremamente para se recompor.


Por isso a importância de se planejar, porque ao sofrer qualquer adversidade fora do programado, sabendo para onde vai, é provável perceber as intempéries a tempo de reverter, ou se não for possível, ao menos se antecipar sobre os maiores impactos nos seus planos, para que atitudes sejam tomadas, comportamentos sejam mudados e os grandes objetivos da sua vida sejam talvez adiados, revisados, mas no final possam ser preservados.


Fica então a dica, invistam tempo no planejamento da sua vida pessoal, isso é muito positivo e fará com que você se conheça cada vez mais, continue sonhando e realizando passo a passo as ações que te tornaram mais feliz e realizado.


Mantenha o Foco, Força e Fé e siga em frente!










fonte: Veridiana V. Manchini

É notável quando se encontra um líder com postura servidora, onde seu foco tem a mesma intensidade no resultado como no processo, em que o seu papel está em desenvolver pessoas e também solucionar problemas e auxiliar na geração de valor.

Para identificar esse tipo de liderança existem algumas características que realmente os destacam e podem ser visualizadas através do CHA:

Conhecimentos (Saber)

Habilidades

(Saber fazer)

Atitudes

(Querer fazer)

Técnicas de Comunicação

Ter empatia, Ouvir, Verbalizar, Escrever, Desenhar, Expressar, Tolerar

Promover diálogos internos

Realizar feedback (corrigir)

Reconhecer (realizações)

 

Ferramentas de coaching

Desenvolver talentos

Direcionar melhorias

Corrigir conduta

Ensinar novos hábitos

Atender cada membro da equipe individualmente

Criar meios de ajuda mútua na equipe / grupos de apoio

 

Gestão de Processos táticos e operacionais

Saber orientar a execução

Ser capaz de realizar atividades

Ter um padrão de trabalho a ser ensinado

Participar de atividades

Interagir com as equipes no local de trabalho

Fazer perguntas, não dar respostas

Promover a melhoria contínua

 

No quadro em destaque, fica claro que em várias de suas ações, o líder coach contribui como um agente do conhecimento, desde o momento em que promove a interação entre as pessoas, ele viabiliza que o conhecimento seja compartilhado e co-criado, gerando novos conhecimentos a partir de sua ação inicial.

A atuação de um líder coach possibilita a valorização do conhecimento organizacional, que visa garantir a continuidade dos seus negócios, incentiva a busca de melhores resultados operacionais e agrega valor aos produtos e serviços oferecidos.

Cada vez mais a presença de líderes com competências de coach fazem diferença nas empresas, independente se a atribuição compõe o cargo ou se a função é informal.

Outro fator interessante da contribuição do líder coach é que os impactos podem ser percebidos além das fronteiras departamentais numa empresa, ele influencia na comunidade, formando profissionais mais capacitados, competentes e atua positivamente na vida pessoal dos indivíduos que tem oportunidade de conviver e trocar experiência num ambiente colaborativo, entregando pessoas melhores para a sociedade.

As empresas que ainda não se atentaram para estes aspectos da liderança, podem refletir sobre como estão atuando na liderança dos processos e pessoas, através de alguns questionamentos:

- Age ou reage aos acontecimentos / fatos?

- Conhece as perspectivas da empresa e garante consistência das expectativas da equipe?

- Planeja e foca nas ações de liderança?

- Garante uma padronização, cumprimento dos padrões e melhoria contínua dos processos?

- Apresenta com entusiasmo a sua equipe?

- Está sempre disponível para atender a equipe?

- Garante recursos para que as entregas de valor dos processos sejam atendidas?

- É participativo e promotor das ações que exigem colaboração?

Com esse checklist, o líder coach não passará despercebido na sua empresa.

Ao identificá-lo, siga algumas dicas para criar um ambiente favorável à sua atuação:

Estimule os líderes a realizar com maestria a tarefa de comunicar e comunicar-se, pensando que a materialização do conhecimento se dá pela comunicação.

Lembre-se de que se não havendo conhecimento compartilhado não há interação e consequentemente comunicação.

Providencie para que o líder conheça as pessoas e veja quem produz melhor ao ouvir ou ler a demanda.

Recomende leitura de clássicos que agregam conhecimento.

Instigue a capacidade de escutar muito mais que de falar.

Se você já é um líder coach, aproxime-se da sua equipe, promova diálogos profundos, escute e conduza os conduza a excelentes resultados, promova a criação, compartilhamento e internalização do conhecimento. Efetue com sabedoria o seu papel! 










fonte: Veridiana Manchini

Culturalmente tendemos a aceitar que nós brasileiros tentamos levar vantagem em todas as relações que temos, sejam elas de negócios, de parcerias, de amizade, enfim, em toda interação humana.  A questão é que esta crença fortalece ainda mais nossas atitudes em torno de esperar algo além do que está no previsto. Então será esse o segredo? Será que enquanto estivermos com o pensamento focado em ganhar algo além do contratado, estaremos contribuindo com o fortalecimento desta energia de “levar vantagem”? Já que o pensamento gera ação, esta forma de pensar em tirar proveito induz nossos comportamentos para este fim?


Vamos lá, tentando esclarecer um pouco mais a respeito do quanto o pensamento coletivo influencia nos nossos comportamentos, começamos compreendendo o significado das palavras no contexto:


Atitude
= s.f. Maneira de se comportar, agir ou reagir, motivada por uma disposição interna ou por uma circunstância determinada; Posição do corpo; postura.


Comportamento
= s.m. Pisc. Conjunto de reações de um indivíduo aos estímulos recebidos do ambiente.


Então, percebendo quais são as nossas atitudes, entendemos qual comportamento temos nas nossas interações, e identificamos qual deles é predominante em cada momento ou público, a fim de amenizá-lo ou aprimorá-lo gerando impacto positivo em nossas relações.


Demonstramos atitudes de um comportamento competitivo quando agimos com intenção de ganho pessoal, vemos o outro como rival, deixamos de agregar valor, queremos dominar, usamos o poder da hierarquia, decidimos autoritariamente.


Estamos demonstrando atitudes de um comportamento colaborativo quando agimos com intenção de ganho mútuo, vemos o outro como colega e parceiro, estamos abertos, receptivos e criativos, buscamos ser solidários, temos compaixão, utilizamos a persuasão para convencer, compartilhamos a decisão medindo os prós e contras para o grupo.


Logo, podemos refletir: Qual deles é o melhor? Quando utilizá-los? Em que tipo de relação devo ser competitivo ou colaborativo? É possível ter os dois tipos de comportamento?


Em geral, não há melhor ou pior, público alvo ou momento, o que há é a sua consciência em que está sendo coerente com seus objetivos e consequentemente realizando o seu melhor. E a consciência está relacionada com a maturidade do ser, que reflete seus valores éticos e morais, que não discutiremos neste momento, porém causa grande impacto nas relações.


Claro que, ser competitivo, em grande parte das relações é negativo e a frequência deste comportamento se torna difícil para a convivência, porém tudo dependerá da ênfase dada às ações. Quando este comportamento é aplicado pontualmente pode ser positivo tirando os interlocutores da zona do conforto e gerando movimento e crescimento.


Agora, ser colaborativo é sempre mais positivo, facilita as relações, gera abertura para o compartilhamento de conhecimento, torna bem visto nos ambientes que convivemos inclusive no trabalho.  


A grande sacada é que quando estamos em busca do autoconhecimento, devemos alinhar o nosso dimensionamento com o que realizamos no dia a dia, o que vai moldando nossos comportamentos através das nossas pequenas atitudes nas nossas relações. Sendo assim, precisamos observar:


Como estamos em relação a profissão? Estamos no caminho pretendido? Estamos entregando o esperado pela empresa na qual fomos contratados? Ou sendo profissional liberal, estamos nos realizando com nossos projetos?


E na vida pessoal, temos cuidado das relações amorosas, com a família, com nosso corpo físico, com nossa espiritualidade, com os amigos, como projetamos? Tem algum passo que está faltando dar? O que e onde podemos avançar, fazermos mais e melhor?


Fica então um convite para se observar no trabalho, em casa, na comunidade, no supermercado, nas redes sociais, enfim, onde há interação com pessoas, colocando uma lupa e identificando como você age ou reage? Qual comportamento está predominando na sua vida? Qual o impacto dele no seu crescimento pessoal e profissional? E por fim, o que você poderá fazer para mudá-lo ou suavizá-lo?


Paz e bem a todos! Sucesso na busca pelo autoconhecimento! Que venham relações mais saudáveis e consequentemente sejam todos mais felizes. 










fonte: Veridiana Manchini

A contribuição do coaching no crescimento das pessoas de um modo geral, nos trás uma bela reflexão sobre uma importante competência a ser desenvolvida por todos no âmbito profissional e pessoal, seja você líder de pessoas, de processos, de projetos, de programas, ou até líder da sua própria vida.


Esta competência é chamada de “sabedoria do campo”, que trata da percepção do ambiente e o impacto nas relações, consequentemente nos negócios e na vida como um todo.


Esse campo tensorial é uma energia sutil vibratória consciente que está presente em todo o universo e nele contém infinitos bits de informação. Cientistas indicam que nosso cérebro processa cerca de 400 bilhões de bits de informações por segundo e dessa quantidade nós só acessamos 2000 bits sobre o que está ao nosso redor, nosso corpo e sobre o tempo. Sendo assim, entendemos que há infinitas possibilidades no campo e que nós as acessamos parcialmente quando atuamos dentro dos sistemas que estamos inseridos.


Um sistema é um conjunto de processos que geram resultados, por exemplo: um sistema empresarial tem como resultado o lucro ou prejuízo, um sistema familiar tem como resultado pessoas felizes ou não, entre outros.


Todo sistema está contido num campo energético que se forma através do movimento, que inclusive foi comprovado por Einsten (E= mc²), ou seja, a execução dos processos, as atitudes tomadas e a forma como as ações são realizadas é que determinam a ordem dos acontecimentos e alimentam os campos energéticos.


Desta forma é possível perceber que o sutil governa o grosseiro, as energias é que direcionam a matéria e isso é perceptível no dia a dia das empresas através das relações que geram os resultados.


Portanto, para ter sucesso na Liderança é preciso desenvolver esta competência sutil de percepção da sabedoria do campo, criando o tensor adequado e correspondente ao evento que se deseja fazer acontecer.


Numa empresa este tensor é conhecido como Clima Organizacional que nada mais é que a materialização do que está na cabeça das pessoas tomadoras de decisão (acionistas e alta direção), refletidas nos valores, na missão, na visão, nas diretrizes através das políticas internas, dos programas e da forma como as decisões são tomadas e os processos/pessoas são gerenciados.


Numa casa é semelhante, o tensor é o clima dos donos da casa, os valores que são impressos na atitude da família.


A manutenção deste tensor/clima se dá se houver pessoas com massa crítica para sustentação e disseminação daquilo que foi direcionado.


Para desenvolver esta competência tão sutil e imaterial é necessário iniciar uma viagem interior passando por:


1º Passo: Observar-se:

Que clima você gera à sua volta?

Como você se comporta em diferentes climas onde entra?

Você é ativo ou reativo frente aos diferentes tensores?

Qual o clima ou tensor de seu local de trabalho ou da equipe?

O que acontece quando muda o clima no local de trabalho?

Qual a sua contribuição para manter o clima da empresa?

Como gerar um clima de qualidade, produtividade e harmonia?

Você prefere ambiente colaborativo ou competitivo?

Você ou sua empresa faz pesquisa de clima organizacional?

 

2º Passo: Realizar exercícios de centramento pessoal para saber se conduzir frente a diferentes tensores.


3º Ir em diferentes ambientes e procurar captar o tensor, aprendendo a delimitar-se frente as diferenças.


4º Captar os diferentes tensores de pessoas que encontra no dia a dia e perceber o que te influencia, como você reage.


5º Experimentar uma aula de meditação, tai-chi-chuan, yoga ou artes marciais.


6º Assistir um pôr do sol ou nascer da lua e perceber a mudança de clima pessoal.


Para aprofundar no tema recomendo o filme - Lendas da Vida (a resposta está no campo) e o documentário: Quem somos nós.


Lembrem que os campos energéticos estão inter-relacionados, portanto ao criar um campo positivo, de crescimento e de sucesso você estará influenciando positivamente no campo energético do universo e contribuindo para o bem comum.


Sucesso a todos na busca pelo autoconhecimento e pela percepção dos ambientes. Que esta nova possibilidade possa agregar positivamente nos negócios e na vida pessoal daqueles que tiverem oportunamente acesso a esses bits de informação.










fonte: Veridiana Manchini

Podemos dizer que o desafio das pessoas que estão em cargos de liderança sempre foi manter o equilíbrio e ao mesmo tempo a flexibilização para gerir o dia a dia nas organizações, ou isso só está acontecendo na atualidade?


Será que ter bem desenvolvidas as competências de Dimensionamento, Regulação, Interação e Direção, pode fazer diferença para os líderes diante das mudanças atuais do mercado e a evolução da sociedade?


Para ter estas competências funcionando com alto nível de entrega é preciso que o Líder utilize com consciência os três aspectos do cérebro para ampliar seu horizonte de atuação:


Aspecto racional: ser capaz de olhar para fora da empresa, entender cada vez mais a cadeia de valor onde o negócio está inserido, saber se comportar no mercado frente aos seus produtos e/serviços, se posicionar com os fornecedores, concorrentes e parceiros, comunicar-se assertivamente com os seus steakholders, desdobrar o planejamento estratégico e aplicar o modelo de gestão e decisão na organização.


Aspecto intuitivo: declarar as intenções da presidência na identidade da empresa (missão, visão e valores), ser confiável, limitar o nível de desgaste ou estresse, desenvolver a escuta ativa, manter-se espiritualmente conectado, demonstrar cooperação nos relacionamentos, manter o respeito à diversidade, ativar a inteligência emocional, manter o clima organizacional positivo.


Aspecto operacional: aplicar estratégias para gerir pessoas, inserir no mercado, na sociedade, formar equipes, gerar harmonia e aspecto servidor, acompanhar indicadores de controle, delegar tarefas e monitorar resultados.


Estar bem dimensionado, regulado, interagindo e direcionado é o primeiro passo da estratégia, os próximos passos estão relacionados à sua execução e melhoria contínua que são visualizadas ao desenvolver as competências da Realização, Incorporação e Transcendência.


Para isso, é imprescindível que o Líder esteja consciente para colocar em prática o que foi planejado, utilizando os três aspectos:


Aspecto racional: desenvolver primeiramente competências profissionais, tecnologias, processos, controles de qualidade, procedimentos, certificações e consequentemente elaborar novos projetos, pesquisas, a serem incorporados num novo modelo organizacional.


Aspecto Intuitivo: comprometer e gerar sentido no que está executando, estar aberto às mudanças, criar novo ambiente de trabalho, incentivar a criatividade e o entusiasmo.


Aspecto operacional: compartilhar a gestão, acompanhar a produtividade e os resultados, reconhecer as realizações, promover a aprendizagem organizacional, incentivar a prática do coaching e mentoring na organização, apoiar as práticas de gestão do conhecimento e do capital intelectual, apresentar uma gestão inovadora e servidora com capacidade de reinvenção.


A grande vantagem de estar num processo de coaching e/ou mentoring é que as lideranças podem se auto desenvolver assertivamente, conhecendo os aspectos do cérebro que são usados com menor frequência ou sub-utilizados, podendo ser melhor empregados. Desta forma poderão manter-se equilibrados na aplicação de boas práticas de gestão e flexíveis diante das adversidades, elevando seu auto conhecimento e consequentemente sua performance.